Tabela CFOP: como usar e evitar erros na gestão fiscal

Gestor automotivo analisando tabela CFOP em notebook na oficina mecânica
Aprenda a consultar e aplicar a tabela CFOP corretamente para evitar erros fiscais e automatizar notas com Gaud ERP.

Eu sempre digo que, quando se fala de gestão fiscal no setor automotivo, entender a tabela CFOP vai além de uma obrigação: é uma necessidade para não comprometer a rotina, a saúde financeira e a conformidade do negócio. Já vi muitas autopeças, oficinas e autocenters tropeçarem nos mesmos pontos: escolha errada de código, dúvidas na devolução de mercadorias, falhas ao emitir notas fiscais e confusão na hora de apurar impostos, especialmente o ICMS. Por isso, quero explicar neste artigo o que é CFOP, mostrar como consultar corretamente cada código na tabela, e dar dicas práticas para evitar erros que cascateiam por toda a operação fiscal e contábil.

Também vou mostrar como sistemas de gestão, como a Gaud ERP, eliminam gargalos, evitam multas e agilizam a emissão de notas e o controle de estoque com uso correto da CFOP. Você ainda encontrará exemplos reais do setor automotivo, verá como a legislação impacta diretamente seu dia a dia e, ao final, terá um conteúdo confiável para adotar boas práticas tanto na consulta, quanto na aplicação dos códigos da tabela CFOP.

O que é CFOP e por que ele existe?

Durante muito tempo eu não entendia a importância de uma sigla tão técnica. Até que precisei corrigir um erro de nota fiscal emitida para fora do estado. A sigla CFOP significa “Código Fiscal de Operações e Prestações”. É um código numérico obrigatório que identifica a natureza de cada operação (como entrada, saída, devolução, transferência) no âmbito interestadual, intermunicipal ou estadual.

O CFOP determina como uma operação será tributada e registrada na nota fiscal, impactando diretamente no recolhimento de impostos e na escrituração fiscal. Isso vale para todas as empresas, mas principalmente para o setor automotivo, onde é comum vender para clientes de outros municípios ou estados, fazer transferências entre filiais, devoluções e compras em grande volume.

A obrigatoriedade desse código busca padronizar e simplificar a apuração de tributos como ICMS, IPI, ISS e PIS/COFINS. Segundo o Siscomex, uma classificação errada na emissão de fiscal pode gerar multas, perda de benefícios fiscais e até apreensão de mercadorias. Ou seja, errar o CFOP prejudica o fluxo financeiro e jurídico da empresa.

Como é formada a tabela CFOP?

A tabela CFOP é padronizada nacionalmente e composta por centenas de códigos, geralmente de quatro dígitos. Cada dígito tem um significado próprio:

  • Primeiro dígito – Define o tipo de operação: 1 e 2 indicam entradas, 5 e 6 correspondem a saídas.
  • Segundo e terceiro dígitos – Especificam a natureza: compra, venda, devolução, transferência, remessa, retorno, etc.
  • Quarto dígito – Detalha ainda mais a operação (exemplo: venda de produção própria ou de terceiros).

Veja alguns exemplos de CFOP presentes em rotina de autopeças, oficinas e autocenters:

  • 5101 – Venda de produção do estabelecimento
  • 5405 – Venda sujeita à substituição tributária
  • 1102 – Compra para comercialização
  • 2201 – Devolução de compra para comercialização, de aquisição de terceiros
  • 5949 – Outras saídas de mercadorias não especificadas

O entendimento da estrutura facilita encontrar o código correto e evita que você escolha um CFOP apenas por hábito ou conveniência.

Tela de computador exibindo sistema de consulta à tabela CFOP, com destaque para códigos e explicações

Tabela CFOP: consulte aqui e veja como funciona sua aplicação

Na prática, o uso da tabela CFOP: consulte aqui e veja como funciona sua aplicação precisa ser dinâmico e recorrente, especialmente se sua empresa possui rotinas distintas como vendas, devoluções, remessas para conserto ou transferências entre filiais. Eu costumo seguir um passo a passo para não errar:

  1. Identifique a operação – Pergunte-se: é entrada ou saída? Estado igual ou diferente? É venda, conserto, devolução?
  2. Consulte a tabela oficial – Recomendo sempre buscar a versão mais atualizada, pois há ajustes todos os anos, inclusive pelo Ajuste SINIEF. O portal da Receita Estadual, publicações oficiais e sistemas integrados como o Gaud ERP disponibilizam a tabela com descrições detalhadas.
  3. Leia a descrição do código – Fuja do hábito de decorar somente o número sem compreender sua descrição. Muitos erros acontecem assim.
  4. Verifique condicionantes fiscais – Alguns CFOPs exigem aplicação conjunta de regimes especiais, como substituição tributária, ou indicam benefícios fiscais que modificam o ICMS.
  5. Preencha corretamente na Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) – O CFOP deve ser informado além da venda: ao dar entrada de estoque, emitir ordem de serviço, devolução, remessa ou qualquer movimentação de mercadorias.

Eu já presenciei colegas usando uma lista impressa, mas a verdade é que ela fica rapidamente desatualizada. Sistemas digitais atualizados online, como o Gaud ERP, são vitais para evitar consultas obsoletas e dados inconsistentes. Aliás, o próprio sistema já sugere o CFOP conforme tipo de movimentação, cruzando operação, destinatário e tributação, o que elimina muitos erros manuais.

É por isso que manter a consulta em fontes seguras é um hábito que sempre recomendo para quem quer dormir tranquilo após o fechamento do mês.

CFOP em operações de entrada: como escolher o certo?

Ao comprar peças para revenda, receber mercadorias transferidas da matriz ou dar entrada em devoluções de clientes, o código do CFOP precisa refletir exatamente aquela situação. Aqui estão alguns exemplos comuns no contexto de autopeças e oficinas mecânicas:

  • Recebendo mercadoria para revenda de outro estado: geralmente CFOP 2102.
  • Compra estadual de partes e peças: normalmente CFOP 1102.
  • Devolução de compra interestadual: CFOP 2201.
  • Bonificações recebidas (mercadoria sem valor): CFOP 1910 ou 2910.

Um erro comum que vejo é usar o CFOP de compra para operação de devolução, o que gera inconsistência no estoque, falha na apuração do ICMS e até bloqueio da nota fiscal. A tabela traz essas diferenciações claramente, então não pule a consulta nem confie no “código do mês passado”.

Outro cenário que gosto de lembrar é quando a mercadoria entra para industrialização, conserto ou demonstração – nesses casos, as naturezas de operação mudam completamente. Por isso, consultar sempre orientação de contador e a tabela oficial, aliada a soluções como o Gaud ERP, ajuda a evitar dores de cabeça na fiscalização.

CFOP em operações de saída: o grande risco das vendas

Se você trabalha em autopeças, sabe que a maior parte dos problemas fiscais vem da escolha errada do CFOP na saída: venda, devolução feita pelo cliente, transferências ou remessas para conserto e demonstração. Abaixo, alguns exemplos práticos que acho úteis:

  • Venda de mercadoria adquirida de terceiros no mesmo estado: CFOP 5102.
  • Venda para outro estado: CFOP 6102.
  • Venda sujeita à substituição tributária: CFOP 5405 ou 6404, conforme o tipo.
  • Devolução de venda: CFOP 1202 (para compras locais), 2202 (para vendas interestaduais).
  • Remessa para demonstração: CFOP 5915 ou 6915.

Nesta etapa, uma pequena distração pode mudar o cálculo de imposto, comprometer o SPED Fiscal e trazer autuações. Quando falo sobre apuração de ICMS, destaco sempre a ligação direta do CFOP com o CST e o NCM. Se esses itens não “casam”, o Fisco pode bloquear totalmente a operação e exigir correção via Carta de Correção ou, em casos mais graves, por meios como os definidos no Ajuste SINIEF 13/2024 segundo esclarecimento da Consulta Tributária 32546/2025.

Oficina automotiva com funcionário em uniforme usando computador para emitir nota fiscal eletrônica

Erros neste momento, principalmente ao não corrigir antes da circulação da mercadoria, tornam impossível o cancelamento posterior e dificultam ajustar impostos, como alerta a Consulta Tributária 31273/2025. A atenção à tabela, e o apoio de sistemas confiáveis, faz toda diferença para a rotina do setor automotivo.

Devoluções e transferências: os desafios escondidos da tabela CFOP

Entre as dificuldades mais relatadas por quem gere autopeças, oficinas ou autocenters, as devoluções e transferências internas são motivo de grande confusão. Eu já me deparei com situações em que o CFOP escolhido para a devolução era igual ao da venda – e isso gerou divergências de estoque e inconsistência nos relatórios fiscais.

O correto nas devoluções é usar o CFOP com a mesma natureza da operação original, mas sempre adaptando para o sentido inverso (entrada ou saída). Por exemplo:

  • Venda com CFOP 5102 → devolução usando CFOP 1202.
  • Compra com CFOP 1102 → devolução com CFOP 5202.

No caso de transferências entre filiais, aplica-se o CFOP 5152 (intermunicipal) ou 6152 (interestadual) para saída, e 1551/2551 para entrada. Sempre confira a tabela detalhada e cruze informação com a finalidade da transferência, pois as regras variam.

Este cuidado evita problemas de crédito tributário, de estorno incorreto do ICMS e, até, questionamentos da Sefaz. Adotar fluxos automatizados, especialmente com apoio do Gaud ERP, faz esses ajustes quase automaticamente, sem espaço para erro humano.

CFOP e impostos: como a escolha influencia o ICMS e demais tributos?

A primeira vez que percebi o impacto direto do CFOP na apuração de tributos foi durante o fechamento mensal. O código CFOP define como o sistema irá calcular ICMS, IPI, ST e o crédito de impostos. Assim:

  1. O código correto garante aproveitamento do crédito de ICMS nas compras para revenda ou produção.
  2. Operações com substituição tributária mudam também o CFOP, alterando regras de imposto retido e de obrigações acessórias.
  3. Devoluções usam CFOP próprio, resultando em estorno de créditos ou débitos tributários no SPED Fiscal.
  4. Alguns CFOPs são específicos para operações isentas, incentivadas ou não tributadas – usar errado afeta os lançamentos contábeis e o boleto de recolhimento.

Muita gente acredita que trocar o CFOP depois de emitida a nota resolve tudo. Não é assim: nem sempre é possível corrigir, e há campos na NF-e que, ao serem modificados, não podem ser ajustados via Carta de Correção, como destaca a Consulta Tributária 31273/2025.

O CFOP e o controle de estoque: impacto imediato e invisível

Alguém já tentou conciliar estoque físico com o que aparece no sistema e não conseguiu? Pelo que vejo, isso normalmente é provocado por uso incorreto do CFOP. Como ele define se a operação é de entrada ou saída, qualquer erro gera estoque negativo, saldos duplicados ou até mercadoria “fantasma”.

O uso certo do CFOP nas compras, vendas, devoluções e transferências mantém seu estoque online batendo direitinho com a realidade do balcão e do almoxarifado. Além disso, relatórios do Gaud ERP, por exemplo, podem ser alimentados automaticamente pelos códigos fiscais, permitindo decisões rápidas, minimizando rupturas e excedentes.

Por ser integrado à Sefaz, o sistema impede emissão de notas com CFOPs conflitantes e sugere correções na hora, bloqueando erros antes da circulação da mercadoria.

Automação fiscal: como sistemas ajudam a consultar e aplicar o CFOP corretamente

Nos últimos anos, a adoção de sistemas inteligentes de gestão, como a plataforma da Gaud ERP, virou tendência para quem quer evitar retrabalho, multas e retratação fiscal por conta de CFOP incorreto. Isso porque:

  • A integração com Sefaz permite o cruzamento das informações automaticamente antes de emitir a NF-e.
  • A tabela CFOP é atualizada online, trazendo sempre novos códigos e descrições, evitando consulta de listas antigas.
  • Alertas de erro são emitidos em tempo real quando o código não corresponde à natureza fiscal da operação.
  • A emissão de notas fiscais é automatizada, minimizando erros manuais.
  • A consulta do catálogo digital de peças pode correlacionar automaticamente o CFOP conforme operação (venda, devolução, transferência).

O resultado é mais agilidade, menos papelada e uma rotina muito mais simples para quem está à frente da autopeça, oficina ou autocenter.

Além de tudo isso, contar com relatórios visuais e integração financeira, como as dicas que apresento também na categoria Finanças do blog, torna o acompanhamento do que entra e sai da sua empresa mais transparente e seguro.

Corredores de estoque de autopeças organizados, com códigos de mercadorias e sistema de gerenciamento no tablet

Exemplos práticos do setor automotivo

Para ajudar a visualizar melhor, trouxe situações que acompanhei na prática e que mostram como a tabela CFOP pauta a rotina do segmento automotivo.

Venda interestadual sem o CFOP correto gera bloqueio na Sefaz.

Imagine uma oficina mecânica que vendeu um motor recondicionado para o estado vizinho usando o CFOP local (5101 ao invés de 6101). A nota não foi autorizada e só descobriu-se o erro quando o cliente ligou reclamando do atraso. A correção precisava seguir critérios rígidos e, nesse caso, foi possível reemitir a nota apenas antes da circulação, em linha com o entendimento da Fazenda de SP.

Conferir a tabela CFOP na devolução evita perda de crédito de ICMS.

Uma autopeça que recebe devolução de mercadoria para revenda precisa se atentar ao CFOP específico para devolução, como 1202 ou 2202, e não usar o código da venda original. Só assim mantém a escrituração correta, aproveita os créditos e escapa de ajuste manual no estoque – algo que sistemas integrados como Gaud ERP já fazem automaticamente.

Principais riscos do uso equivocado da tabela CFOP

Alguns dos riscos que eu já vi e que podem comprometer até a sobrevivência do negócio:

  • Autuação e multas – O fisco aplica sanções para operações sem CFOP compatível, conforme estudos do Siscomex.
  • Glosa ou bloqueio de créditos de ICMS decorre do uso incorreto na compra, venda ou devolução.
  • Estoque descontrolado – Lançamentos incorretos multiplicam acertos contábeis e físicos.
  • Notas canceladas indevidamente – Muitas vezes quem erra o CFOP perde o prazo de cancelamento da NF-e, demandando reemissão e processos complexos.
  • Exclusão de benefícios fiscais – Operações indevidas tiram a empresa de regimes especiais ou incentivos automaticamente.

Como sistemas como Gaud ERP ajudam a evitar erros com CFOP

Depois de muitos anos de experiência, percebi que confiar apenas na memorização ou consulta estática da tabela CFOP não sustenta uma operação segura no setor automotivo. Portanto, recomendo automatizar o máximo possível:

  • Atualização automática da tabela CFOP – Um bom sistema sempre acessa as versões oficiais mais recentes.
  • Validação de campos fiscais – Sistemas como Gaud ERP cruzam dados de clientes, fornecedores, estados e cidades para sugerir o CFOP correto.
  • Bloqueio de emissão em caso de erro – Ao detectar incompatibilidade entre NCM, CST, CFOP e regime tributário, o sistema impede que a NF-e seja transmitida à Sefaz.
  • Registro centralizado das movimentações – Com todas as entradas e saídas lançadas automaticamente, o controle de estoque, vendas e patrimônio é preciso e auditável.
  • Atualizações conforme Ajustes SINIEF – O sistema ajusta processos sempre que há mudanças no padrão fiscal, respeitando consultas tributárias recentes.

Desta forma, empresas ganham em confiabilidade, produtividade e conformidade – gastando mais tempo no que realmente importa: atender clientes, vender mais e crescer.

Caso queira aprender mais sobre outros aspectos de gestão que também afetam a saúde fiscal, recomendo visitar a seção Gestão do nosso blog, ou se aprofundar nos relatos e orientações dos artigos sobre problemas comuns de notas fiscais, estratégias de controle de estoque e soluções para rotinas financeiras adaptadas a autopeças e oficinas.

Conclusão: atualização constante e apoio profissional são obrigatórios

Minha experiência mostra que o uso correto da tabela CFOP vai muito além da escolha de um código: é uma rotina de consulta, interpretação e atualização permanente, pois a legislação fiscal muda o tempo inteiro. Seja operações corriqueiras ou movimentações transitórias, o correto registro evita multas, bloqueios e transtornos no relacionamento com fisco e clientes.

Adotar tecnologia integrada, como a oferecida pela Gaud ERP, centraliza dados, elimina retrabalho e reduz drasticamente o risco de erros fiscais e contábeis. Não se esqueça de contar sempre com o suporte do contador para situações ambíguas e consulte fontes oficiais como a Sefaz e as Respostas de Consultas Tributárias.

Se você quer descomplicar de vez sua gestão fiscal, melhorar o controle de estoque, vendas e finanças, recomendo conhecer melhor o Gaud ERP e trazer sua empresa para um novo patamar de tranquilidade e segurança.

Perguntas frequentes sobre tabela CFOP

O que é a tabela CFOP?

A tabela CFOP é uma relação de códigos numéricos oficiais usada para classificar a natureza das operações de entrada, saída, devolução, transferência e outras movimentações de mercadorias e serviços, servindo de referência obrigatória para a emissão de notas fiscais e apuração de impostos. Cada código tem descrição e regras próprias, que determinam o modo de tributação das operações comerciais.

Como consultar a tabela CFOP atualizada?

Para consultar a tabela CFOP atualizada, acesse sempre portais oficiais da Fazenda Estadual ou Federal, ou utilize sistemas de gestão integrados ao fisco, como o Gaud ERP, que trazem a lista de códigos e descrições com atualização automática. Evite listas impressas ou arquivos antigos, pois a legislação fiscal muda periodicamente.

Para que serve o código CFOP?

O código CFOP serve para identificar, classificar e registrar a natureza de cada operação no âmbito fiscal. Ele determina quem paga o imposto, qual o tipo de tributação (ICMS, IPI, ISS, ST etc.) e como deve ser feita a escrituração dos lançamentos fiscais. Sem o CFOP correto a empresa fica sujeita a autuações e bloqueios fiscais.

Quais os erros comuns ao usar CFOP?

Entre os erros mais comuns estão: escolher CFOP de entrada em operações de saída e vice-versa, utilizar código diferente do constante na nota do fornecedor, esquecer de alterar CFOP em remessas e devoluções, usar código errado para substituição tributária e escolher número antigo ou desatualizado, causando glosa de créditos ou bloqueio de notas fiscais.

Como escolher o CFOP correto para minha nota?

Para escolher corretamente, avalie o tipo de operação (entrada, saída, devolução, transferência), o regime tributário da empresa, origem e destino da mercadoria e a situação específica (venda, bonificação, conserto). Consulte sempre a tabela oficial do CFOP e, em caso de dúvida, busque a orientação do contador ou o suporte de um sistema que sugira automaticamente o código adequado conforme a regra fiscal vigente.

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